Pessoas.





    Quase não acreditei. Achei que não ia sobreviver. Senti muita raiva das pessoas. Cultivei ódio no coração. Pensei em mil vinganças, mas nenhuma colocada em prática. Passou. Demorou, mas passou. Meses depois eu já não sentia ciúme, raiva ou ódio, era apenas indiferença pelas pessoas que estavam falando inverdades pelas minhas costas. Pessoas que um dia considerei amigas. Pessoas que acham/achavam que eu não sabia da verdade. Pessoas que foram influenciadas por pessoas que não queriam/querem o meu bem. 
    Um ano depois e ainda vejo essas falsas pessoas se fazendo de santas. Ninguém é santo. Nem eu. Muito menos eu. Mas acima de tudo eu honro a palavra amigo. Aprendi mais coisas com essas desilusões do que na minha vida toda. Ainda não sei de tudo. Nem saberei. Ninguém sabe. Só sei do agora. E agora eu sei quem são meus amigos.

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